sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sonhos de uma Submissa



Como quem lança sua sorte no escuro ela aceitou as condições daquele homem misterioso e sedutor, para que finalmente pudesse conhece-lo.
Até aquele momento falavam-se apenas pelo msn, e raramente por telefone, ele a conhecia, teu rosto, teu corpo, tuas vontades e seus medos, para ela ele era o dono da voz que a deixava tremula, conhecia pedaços do teu corpo, imagens vagas.
Ela apenas pensava em sentir o toque daquele homem que a fez acreditar que aquele encontro valeria a pena, que seria uma experiência única e especial. O medo que sentia dele, fez com que o desejo aumentasse. Condições impostas e encontro marcado.
Medo, felicidade tudo se misturava, ela pensava em desistir, em esconder teus desejos, mais sem conseguir explicar ela confiava nele, o desejava, sabia que tudo seria feito da melhor forma possível por ela, então se arrumou como ele a ordenou e seguiu em frente preparada para ser usada.
Foi então que chegou no local marcado, entrou no quarto e ficou esperando ele chegar, suas pernas tremiam de medo e excitação, ali estava como ele pediu cabelos soltos, salto alto, e com um mini vestido a sua espera.
De joelhos de costas para porta ela estava, escutou os passos no corredor, a porta se abriu, ela ali continuou de joelhos olhando pro chão,  ele entrou. Vendou seus olhos, e disse apenas uma frase:
- Fica de pé, quero ver se está como o combinado.
A única coisa que ela conseguiu responder foi : - Sim senhor.
Ele calmamente segurou sua mão e a conduziu ao interior do quarto, chegando bem perto dela sussurou dizendo: Linda como eu imaginava. Sim, era ele, ela pensava, aquela voz que a entorpecia agora falava em seu ouvido, e sem pensar tentou abraça-lo e beija-lo, no fundo acreditava que ele esqueciria aquelas condições, mas não foi o que aconteceu.
Mansamente ele segurou seus braços e disse não. A conduziu para perto da cama, se afastou sentando-se numa poltrona que estava em frente, e disse friamente: -Tire a roupa.
Ela, com vergonha, com medo titubeou e ele novamente repetiu, mas dessa vez com voz de comando:
-Eu mandei você tirar a roupa, agora.
Ah como ela gostava de ser ordenada por ele, lentamente começou a se despir, e pensava que ele iria toca-la quando terminasse de tirar teu vestido. Ela ali nua e vulnerável em frente a um desconhecido, não conseguia esconder a excitação que o medo e o desejo lhe causavam, era visível escorria-lhe pelas pernas.
Sem vê-lo, sem senti-lo, apenas tendo que confiar, nua e vendada assim ela se encontrava.
Foi então que lentamente levantou-se da poltrona aproximando-se daquele corpo, quente, molhado e tremulo, desta vez imobilizou os braços para que não o tocasse e a trouxe para perto de si, para dar oprimeiro beijo, beijo quente, que mostrava tão tamanho desejo dela em ser dele.
Ao sentir o corpo daquele homem junto ao dela, sua boca, receber o primeiro beijo daquele homem ela quase desfaleceu. Afastando-se um pouco, ficou surpresa ao sentir as mãos dele alisando teu corpo, conferindo a peça que seria usada por ele, deliciosamente começando pelos cabelos, colo, seios. deslisando sua mão por seus quadris, separou suas coxas e a possuiu com os dedos, e com estes encharcados levou-os até os lábios dela para sentir teu sabor.
Ela não tinha mais dúvida, queria entregar-se de corpo e alma para aquele homem sedutor que sequer ela podia ver. Embriagados de tesão, ele a deitou na cama e ordenou:
-Toque-se eu quero ver.
Sem pensar duas vezes ela o fez, enquanto se tocava escutava o barulho dele andando pelo quarto, se aproximando e sentiu ela segurando seu seio, depois a pressão dos predendores nos bicos, sentia seu membro passando perto do teu rosto, e não podia toca-lo, ve-lo...
A pressão no bico dos seios fez com que ela desse um gemido mais alto, qual foi abafado com um tapa no rosto, ele apenas disse: - Calada...
De quatro a colocou na cama, e as cintadas vieram ardidas, sentia a dor, e ao mesmo tempo prazer, ele batia com vontade, parava, lhe beijava e voltava com o spanking. Depois disso ela o ouviu dizer: Venha ajoelhe-se...
Enlouquecida, não podia acreditar no que estava vivendo, o chupava com vontade, maestria, quando já pensava que nada diferente pudesse lhe acontecer, sentiu aquele jorro quente na boca, ele pedindo para que ela engolisse sem desperdiçar uma gota e ela assim fez.  Aluciana e ainda mais apaixonada por ele, pensou que depois disso poderia senti-lo, toca-lo, vê-lo.
Mais ainda com a boca encharcada de gozo, recebeu um longo e delicioso beijos, sem que tirasse a venda dos olhos ele a deitou carinhosamente na cama, e a vestiu como quem veste uma boneca, lhe deu um beijo carinhoso na testa e lhe disse:
-Agora vá, só tire a venda depois que eu bater a porta, aguarde materemos contato.
Levantou-a lentamente da cama a conduziu até a porta e ali se separaram...

Texto original: http://surtosefrutos.blogspot.com/

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